Facebook

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O Mar Do Pedro - Crónica Infantil




Mais umas páginas relíquia de uma crónica feminina bastante antiga. Desta vez com uma crónica infantil O Mar do Pedro. Como o mar do pai...
Adorável. E mais uma capa com a imagem de um bebé da época. As capas na altura variavam entre bebés, crianças e noivas. 
Esta edição ainda tinha uma dica para grávidas relacionada com as varizes:


O tempo pode até mudar muita coisa mas há o que tenha validade através do tempo. Uma história é uma história. Ontem, hoje e amanhã... 
Boa noite e um beijinho especial ao Pai Pedro que ainda não leu a "sua" crónica O Mar do Pedro.  


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Mãe Constipada Avó Dedicada


Hoje a mãe está tão constipada que não pode sair da cama. Tenho de ter a certeza que estás bem e que fico bem depressa. A avó tem sido a salvação porque nem força para te fazer sopa eu tenho. Tem sido a avó a tratar de nós o dia todo. Medicação faz-te mal, só pode ser ben-u-on. E de resto entre sopas, chás e xarope de cenoura caseiro lá anda a avó Luxa de um lado para o outro em tarefas de enfermeira. Quem tem uma mãe tem tudo, mas quem tem uma mãe como a minha tem mais que o euromilhões. Também vou estar lá para todas as tuas constipações e tratar de ti como princesa que és, porque és. Porque és meu amor. E quando nasceres vais ver a sorte que tens: uma família com estas avós tem tudo para te fazer ainda mais feliz. Já estou a ver... Nós com a tarefa difícil de pais a ter de te dizer que não de vez em quando... E os avós... Os avós vão estar lá certamente para dizer sim, como é o seu papel de mimar sempre.
Agora espero mesmo que estejas bem aqui dentro. Claro que estás, segundo os doutores a placenta protege-te e não ficas constipada como eu. 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Crónica Feminina 1957


Ontem, como disse, fui à feira e encontrei vários exemplares da antiga e maravilhosa "Crónica Feminina". Uma verdadeira relíquia. Repleta de artigos, publicidade da época, crónicas infantis, fotonovelas, dicas de moda, enfim... Inúmeras páginas que vistas hoje sāo autênticos documentos. Documentos que mostram a vida da época através de registos muito direccionados às mulheres e às māes daquela altura. Vou partilhar várias curiosidades da "Crónica Feminina" ao longo dos próximos dias. 
Hoje deixo esta capa do número 37 de 1957. Porquê? Porque ia caindo para o lado quando me deparei com esta rapariga de vestido cor de rosa que sou eu sem tirar nem pôr aos 16/17 anos... Assustadoramente igual. Sensaçāo estranha mas com muita graça. 

Onde será que andava eu em 1957 sendo que apenas nasci em 1978? 
Nem tudo o que parece é.    

domingo, 17 de novembro de 2013

Anita Mamã hoje foi à Feira





 Imagens de: Verbo Infantil

Hoje fui à feira e encontrei o primeiro exemplar da colecção da Anita que estou a juntar para ti. Também não resisti e comprei alguns exemplares da crónica feminina mas isso deixo para mostrar depois porque tenho de ler ainda e deliciar-me com as imagens e textos tão antigos. Por hoje fica a Anita e o Dia da Mãe. Para a semana espero encontrar mais exemplares e assim vamos juntando até teres a colecção completa.
A família já está reunida e a colecção vem a caminho. 

sábado, 16 de novembro de 2013

Bebés De Outros Tempos

Gosto sempre de fotografia. Mas mais ainda com marcas do tempo. 
Faz parte do meu imaginário e é uma das minhas grandes paixões. Nāo sāo precisas palavras ou legendas. Sāo história. 






















sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Concertos Para Bebés



Numa visita recente à Casa da Música foi-me apresentado um novo conceito: concertos para bebés. Nunca tinha ouvido falar, confesso. Mas segundo parece já sāo famosos os concertos para bebés da casa da Música no Porto, e nāo só. Em Lisboa também há, vim a descobrir. No C. C. Olga Cadaval em Sintra e no Oceanário por exemplo. O projecto original "Concertos para bebés" teve origem em Leiria pela māo de Paulo Lameiro, chegando inclusivamente a ganhar um prémio importante no Young EARopean Award. 
Visitar a casa da Música em família foi especial. Mais especial ainda quando percebi a sensibilidade que naquele lugar existe em relaçāo às crianças. Também têm salas próprias para babysitting e brincadeiras com instrumentos musicais. Enquanto os pais vāo assistir aos concertos na sala principal, os pequenos filhos ficam acompanhados e entregues à experiência dos mais variados instrumentos musicais, numa sala em que através do vidro conseguem ver os pais e senti-los próximo.

Durante a visita, o guia olhava para mim e dizia: 
- Quero vê-la cá. Fico à vossa espera. 
Ficou prometido. E ainda acrescentou:
- E tem desde já de começar a estimular esse bebé ainda dentro do útero com Mozart e Bach. Nāo gosta? - Perguntava-me ele. 
Nāo expliquei que já ouves muito Mozart. Voltei a ouvir recentemente, por ti, para ti. E com pena nāo expliquei como o meu avô Daniel iria gostar de ouvir aquilo que ele me estava a dizer. Guardei para mim as memórias de infância do avô Dan e da sua música clássica vinda da biblioteca num som que invadia sempre toda a casa. 
Estimular a arte desde cedo é importante, muito importante. A criatividade cresce sempre que cultivada. Na vida quem cria é mais feliz, sempre. O artista pode ser incompreendido mas é na sua arte que encontra sentido e companhia. Nem que seja nessa brutal inquietude artística que vai de projecto em projecto curando as suas dores. Abrindo outras mas evoluindo sempre para uma próxima. Inquietos somos todos, o artista é quem melhor lida com tanta inquietude. 
Digo eu, digo eu. 
Muitos pensam o contrário.    





Novembro de 2013
Casa da Música, Porto

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Hoje: O Grande Dia


O grande dia chegou. Depois de alguns meses sem saber ... Agora sabemos. O mundo achava que seria menina. Pela cautela dos médicos sabia-se que demorava ainda para se ter qualquer certeza. 
Hoje confirma-se... 
Meu amor, és uma princesa.
Somos muitos os que esperam para te ter nos braços. Eu, o pai, a família e os amigos, todos. 
Radiantes por te saber aqui tão perto. Radiantes para te receber e ver crescer.  
Hoje conhecemos um pouco mais de ti. Vimos o teu rosto, os teus detalhes, teus, só teus. E já todos sabemos que inércia não é contigo. Gostamos disso. 

Pois o mundo é de quem se mexe e não de quem fica à espera.